Na quarta-feira, 20 Fevereiro 2013, o evento da EUBrasil com os representantes das instituções e da indústria brasileira e europeia

A Associação EUBrasil organiza um evento em conjunto com as cimeiras EU-Brasil e EU-CELAC, dia 20 de Fevereiro 2013, no Parlamento Europeo.

A realização do 6º Encontro Empresarial Brasil-União Europeia e do CELAC-UE criaram uma ocasião para refletir sobre a necessidade de reforçar a cooperação entre os dois lados. Este debate será uma boa oportunidade para analisar os principais temas de ambos as eventos e refletir sobre como será possível avançar nas metas estabelecidas durante essas cimeiras.

Como nas outras ocasiões, serão convidados os Parlamentares Europeus membros da EUBrasil, assim como os representantes da indústria e do mundo acadêmico brasileiro e europeu.

Os Eurodeputados que participam ao evento são Jean-Pierre Audy – EPP, Luis Manuel Capoulas SantosS&D, António Correia de Campos, S&D, Robert GoebbelsS&D, Nathalie Griesbeck, ALDE, Wolfgang Kreissl-Dörfler - S&D, Nuno MeloPPE, Emilio Menéndez del Valle, S&D, Vital MoreiraS&D, José Ignacio SalafrancaPPE, Nuno TeixeiraPPE, Britta ThomsenS&D e Luis Yáñez-Barnuevo García, Presidente da Delegação do Mercosul – S&D.

A Commissão Europeia será representada por Christophe Parisot, Membro do Gabinete da VP Catherine Ashton, Adrianus Koetsenruijter, Chefe da Divisão do Mercosul da EEAS, Diego Canga Fano, Chefe do Gabinete do VP Antonio Tajani, João Aguiar Machado, Deputy- Director Geral DG Trade.

«A mais recente pesquisa sobre os fluxos de comércio, feita pela OMC e a OCDE – declarou Luigi Gambardella, Presidente da Associação – mostrou que no mundo interdependente de hoje com cadeias produtivas transnacionais, o protecionismo pode gravemente ferir os exportadores nacionais. Hoje deve-se focalizar no favorecimento dos fluxos que aumentam a produtividade dos setores industriais e se interessar muito mais aos setores de serviços.
Tudo isso abre enormes oportunidades para uma relação econômica entre a UE e o Brasil. Como o Brasil não pode negociar acordos comerciais clássicos sem o Mercosul, a UE deve pressionar para o que pode
ser discutido bilateralmente, que é “qualquer coisa, menos o comércio”. E a UE, no meio de uma grande crise interna, também deve tentar facilitar os IED brasileiros».